Caracterização de cultivares de Cannabis
Avaliação agronômica e fitoquímica de cultivares de Cannabis sativa L. em condições tropicais
Escolher uma genética por reputação, por catálogo ou pelo desempenho em outro país é escolher sem dados. Fotoperíodo, temperatura, umidade e pressão de pragas alteram a arquitetura da planta, o florescimento, a produção e o perfil de canabinoides. Antes de cultivar em escala, oferecer a pacientes ou levar ao mercado, é preciso saber como cada cultivar se comporta em condições brasileiras.
A Cannabreed Brasil responde a essa pergunta com ensaios estruturados no Banco Ativo de Germoplasma de Cannabis sativa L. (BAGC/UFV), desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Viçosa: dados experimentais, medidos em condições brasileiras e tratados estatisticamente.
Para quem
Empresas brasileiras
Comparar genéticas antes de investir em escala, definir quais cultivares entram no plano produtivo e fundamentar decisões técnicas com dados próprios.
Associações de pacientes
Conhecer o perfil médio de canabinoides e a homogeneidade das genéticas cultivadas, para trabalhar com matéria-prima mais previsível de um ciclo para outro.
Breeders e bancos de sementes
Avaliar o desempenho de cultivares próprias no clima e no fotoperíodo brasileiros antes de entrar no mercado nacional.
WhatsApp (31) 99761-4333
O que o ensaio responde
Diferenças entre cultivares
Há diferenças mensuráveis entre as cultivares avaliadas, característica por característica?
Desempenho agronômico
Como cada cultivar se desenvolve, floresce e produz nas condições de Viçosa?
Fenologia
Como as cultivares se comportam sob o fotoperíodo brasileiro?
Variabilidade e estabilidade
Quais características variam mais ou menos, e quão homogênea é cada cultivar em ambiente brasileiro?
Perfil fitoquímico
Há diferenças no perfil médio de canabinoides das cultivares?
Evidência para decidir
Dados rastreáveis para escolher quais genéticas cultivar, escalar ou apresentar ao mercado.
Como o ensaio é conduzido
- Planejamento experimental. Protocolo e desenho do ensaio, características avaliadas, Plano Analítico, tratos culturais e acordo de cooperação técnica com o BAGC/UFV. Entregas: Protocolo Experimental, Plano Analítico, Acordo de Cooperação Técnica BAGC/UFV
- Implantação em Viçosa. Recebimento do material de propagação, plantio e identificação de cada planta no BAGC/UFV. Entrega: Registro de Implantação
- Acompanhamento e fenotipagem. Manejo técnico e avaliação fenotípica ao longo do ciclo: desenvolvimento vegetativo, arquitetura, fenologia, florescimento, biomassa e produção de inflorescências. Entregas: Banco de Dados Fenotípico e atualizações mensais com fotos e dados
- Colheita e amostragem. Preparo, identificação e envio ao laboratório das amostras compostas, conforme o Plano Analítico. Entrega: amostras fitoquímicas rastreáveis
- Análise e relatório. Análise estatística do efeito de cultivar e da variabilidade fenotípica, com interpretação técnica dos resultados. Entrega: Relatório Técnico Final com banco de dados rastreável
Cultivares clonais ou sementes feminizadas
O mesmo protocolo vale para as duas formas de propagação, definida em cada projeto. O que muda é o que os resultados permitem afirmar:
| Cultivares clonais | Sementes feminizadas | |
|---|---|---|
| Natureza das plantas | Mesmo genótipo | Possível variação entre plantas |
| O que se avalia | Resposta do genótipo ao ambiente | Resposta da cultivar ao ambiente |
| Leitura fenotípica | Plasticidade fenotípica | Variabilidade e homogeneidade fenotípica |
Por que o BAGC/UFV
A Universidade Federal de Viçosa, fundada em 1926, é uma das instituições de referência do país em ciências agrárias e agricultura tropical. O Banco Ativo de Germoplasma de Cannabis sativa L., inaugurado em seu campus em agosto de 2026, foi desenvolvido com a Cannabreed Brasil para conservar, caracterizar e avaliar genéticas em condições brasileiras, em ambiente controlado e em campo.
Os ensaios são conduzidos integralmente no BAGC/UFV, sob acordo de cooperação técnica com a universidade. O andamento é reportado mensalmente, com fotos e dados.
Perguntas frequentes
Quantas cultivares podem ser avaliadas?
O ensaio é desenhado para cada projeto. Um estudo preliminar costuma comparar poucas cultivares em um ambiente; programas maiores podem incluir mais cultivares, mais plantas e outros locais.
O que está incluído e o que é orçado à parte?
Planejamento, condução do ensaio no BAGC/UFV, fenotipagem, análise de dados e relatório final fazem parte do projeto. As análises fitoquímicas de laboratório, cujo número é definido no Plano Analítico, e o envio do material de propagação são orçados à parte.
Como são tratadas as questões regulatórias?
A origem e o recebimento do material de propagação e as condições de condução do ensaio são avaliados caso a caso na etapa de planejamento, antes de qualquer envio de material.
Associações podem contratar o ensaio?
Sim. O desenho é ajustado ao objetivo da associação, por exemplo comparar as genéticas já cultivadas ou avaliar novas opções antes de incorporá-las. A proposta considera o número de cultivares e de análises necessárias.
Como começar?
Envie uma mensagem com as cultivares que deseja avaliar e o objetivo da avaliação. Respondemos com uma proposta com desenho do ensaio, cronograma e investimento.
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